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CINCO PASSOS PARA INVESTIR NA BODIVA

(Mercado (AO),  08/11/2016)​


A Bolsa de Dívida e Valores de Angola (BODIVA), enquanto entidade gestora de mercados regulamentados, publicou na sua plataforma electrónica um conjunto de orientações destinadas a quem quiser tornar-se um investidor nos mercados BODIVA. Eis cinco passos para se tornar num investidor deste mercado.

 

Definir objectivos


Antes de investir, é necessário que defina os objectivos claros e precisos, como por exemplo a compra de um imóvel, a sua formação académica, planear a sua reforma. Adicionalmente, deverá ponderar sobre o que pretende fazer com os fundos de que já dispõe e o horizonte temporal em que espera obter os resultados esperados, isto é, como e durante quanto tempo gerar o rendimento que lhe permita alcançar os objectivos definidos inicialmente.

 

Escolher um intermediário financeiro

 

É através de um intermediário financeiro (IF) que o investidor tem acesso à bolsa de valores. Classificam-se como IF os bancos, as sociedades corretoras e as sociedades distribuidoras, devidamente licenciados pela Comissão do Mercado de Capitais (CMC) e autorizados pela BODIVA a prestar, pelo menos, serviços de recepção e execução de ordens nos mercados regulamentados. Os mesmos podem também exercer o papel de consultor financeiro, prestando assim serviços de consultoria e/ou gestão de carteira aos seus clientes. Na escolha de um IF, é importante ponderar os serviços que o mesmo disponibiliza e respectivas comissões associadas.

 

Desenvolver uma estratégia de investimento

 

Cada investidor tem a sua própria relação com o risco. Deve, por isso, proceder a uma análise em que identifique factores como fundos disponíveis para investimento, horizonte temporal, rendimentos, despesas fixas, dívidas, projectos futuros, entre outros, o que irá permitir traçar uma estratégia de investimento que se adeqúe ao perfil de risco - a sua maior ou menor tolerância ao risco. Se assim entender, o investidor poderá delegar a definição da sua estratégia de investimento ao seu IF, que após análise fundamentada deverá apresentar uma estratégia de investimento ajustada ao perfil de risco do investidor.

 

Identificar a empresa a investir

 

Antes de investir numa empresa, é importante conhecer as suas estratégias, perspectivas de crescimento e comportamento do sector de actividade no qual está inserida. Deverá preferir aquelas que demonstrem, entre outros aspectos, potencial de crescimento, robustez, transparência, eficácia e eficiência no uso de recursos, bem como modelos de governo e de sistemas de controlo interno de acordo com as boas práticas. Nesta fase, o investidor deve ainda decidir se quer tornar-se credor da empresa, com datas e condições de reembolso predefinidos, ou se prefere ser co-proprietário da empresa, sendo os rendimentos que resultam desta opção mais incertos. A primeira modalidade implica investimento através de obrigações, enquanto a segunda o torna accionista por via de aquisição de acções. De sublinhar que o investidor pode assumir, na mesma empresa, os dois papéis, ou seja, de credor/obrigacionista e de accionista.

 

Enviar a ordem de compra ou venda

 

Completados os passos anteriores, o investidor solicita ao IF que insira a sua intenção de compra ou venda no mercado, especificando o instrumento financeiro que pretende negociar, o preço e a respectiva quantidade. Após a inserção da sua intenção, o IF deverá fornecer-lhe o respectivo comprovativo.

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BANCO ECONÓMICO LANÇA ECONOMICONET APP 

(Mercado (AO)07/11/2016)

 

A nova EconomicoNet App foi concebida com recurso à mais recente tecnologia e à adopção de elevados padrões de segurança.

 

O Banco Económico acaba de lançar o serviço EconomicoNet App, uma solução de banca móvel, desenhada para telemóveis com sistemas operativos iOS (Apple) e Android, e disponível para todos os seus clientes particulares, empresas e institucionais. O EconomicoNet App é um serviço da família EconomicoNet e reflecte a constante aposta do Banco Económico na mobilidade, conveniência, inovação e proximidade aos seus clientes, para assegurar que têm “um balcão sempre à mão”, a qualquer hora em qualquer lugar, que disponibiliza inúmeras operações bancárias. Este lançamento insere-se na estratégia de inovação e digitalização de serviços do Banco Económico, iniciada em 2014, com o lançamento do serviço EconomicoNet CORPORATE, que prosseguiu em 2015 com o novo EconomicoNet (particulares) e que em 2016 se consolida com o serviço EconomicoNet App, pensado e desenhado em exclusivo para telemóveis e tablets.

 

Esta estratégia do Banco Económico acaba de ser premiada pela prestigiada publicação internacional Global Banking and Finance Review, com a atribuição da distinção “Best Internet Bank Angola 2016”. Com o serviço EconomicoNet App, os clientes – particulares, empresas e institucionais – do Banco Económico acedem ao banco no trabalho, em casa, nas compras, em viagem, em qualquer lugar e a qualquer hora, bastando para o efeito um dispositivo móvel com sistema operativo Android ou iOS. Através doEconomicoNet App, os clientes do Banco Económico podem efectuar consultas detalhadas ao seu património -depósitos à ordem e prazo, empréstimos, cartões de crédito, entre outros- realizar pagamentos de serviços e recargas, efectuar transferências internas e interbancárias, e autorizar pagamentos, de forma fácil, cómoda, imediata e muito intuitiva. Os clientes podem ainda pedir e consultar cheques, consultar o saldo, movimentos e extractos do cartão de crédito, ou gerir a sua poupança, analisando as opções de aplicações do banco, para clientes particulares e empresas, para encontrarem a solução mais adequada aos seus objectivos de poupança e de gestão de recursos e subscrevê-la de imediato.

 

A nova EconomicoNet App foi concebida com recurso à mais recente tecnologia e à adopção de elevados padrões de segurança. É uma solução concebida de raiz para telemóveis, respeitando as regras de cada sistema operativo, para proporcionar uma usabilidade fácil, intuitiva e agradável. Para os clientes do Banco Económico é muito fácil aceder a este serviço. Se já forem clientes do EconomicoNet, basta acederam às lojas App Store (Apple iOS) ou Google Play Store (Android), procurarem por Banco Económico EconomicoNet App e descarregarem a aplicação. Se não são, basta ir a uma agência, centro de empresas ou centro private do banco e subscrever o serviço.

 

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BANCO ECONÓMICO INAUGURA CONSULTÓRIO MÉDICO 

(RUMO, 14/11/2016)

 

O Banco Económico (BE) inaugurou o seu consultório médico. O espaço, segundo nota da instituição, destina-se à prestação de serviços de saúde aos colaboradores do banco, com recurso às melhores práticas científicas e tecnológicas, asseguradas pela intervenção de profissionais altamente qualificados e especializados. A inauguração contou com as presenças do administrador executivo do Banco Económico, Inocêncio Miguel, do director Geral da Luanda Medical Center, Michael Averbukh, bem como de diversos membros da administração e direcções.

 

O consultório médico situa-se no piso 7 do Edifício Sede do Banco Económico, na Rua 1º Congresso do MPLA, nº 8, em Luanda,  funciona de segunda a sexta-feira.

 

Entre 8:00H e às 17:00H, disponibiliza recursos médicos, inicialmente, aos 1045 colaboradores do Banco Económico. Posteriormente, pretende alargar o acesso à assistência médica, neste consultório, aos familiares directos dos colaboradores, disponibilizando também consultas de medicina interna e familiar.

 

O espaço é composto por três gabinetes – triagem, enfermagem e médico- completamente equipados para cada área de intervenção, aos quais se juntam uma zona de recepção e uma sala de espera.

 

A gestão administrativa é assegurada pela Direcção de Responsabilidade Social do Banco Económico e a gestão clínica e a manutenção dos equipamentos médicos está a cargo da empresa especializada na prestação de cuidados de saúde – Luanda Medical Center- que alocou a este consultório uma equipa multidisciplinar de profissionais, composta por um recepcionista, um enfermeiro e um médico especializado em medicina interna e familiar, decorrente da pareceria estabelecida entre as duas instituições.

 

Katyana Mil-Homens, coordenadora da Direcção de Responsabilidade Social do Banco Económico, acrescenta: ” Grande parte dos problemas de saúde tem uma resolução e recuperação mais fácil e rápida, quando detectada atempadamente. Na área da Medicina do Trabalho, a prevenção é ainda mais relevante, para assegurar que a actividade profissional dos nossos colaboradores não tem impacto no nível das suas boas condições físicas e da sua saúde. Por esta razão, investimos agora numa estratégia de medicina preventiva, para garantir aos nossos trabalhadores o acesso a análises, exames e consultas médicas regulares, onde se poderão detectar, antecipadamente, eventuais indícios de problemas de saúde”.

 

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AUTORIZADA MUDANÇA NA DENOMINAÇÃO DA SOCIEDADE DE FUNDOS DO BES ANGOLA 

(Angola 24Horas21/11/2016)

 

O Governo angolano autorizou a mudança da denominação social de um fundo de pensões detido pelo antigo Banco Espírito Santo Angola (BESA), controlado agora pelo Banco Económico, conforme despacho do ministro das Finanças angolano. De acordo com o documento assinado pelo ministro Archer Mangueira, de 14 de novembro e ao qual Lusa teve hoje acesso, a denominação social da sociedade gestora de fundos de pensões BESAACTIF é autorizada a passar para Económico Fundos, validando desta forma a deliberação anterior, em assembleia-geral.

 

A sociedade Económico Fundos é responsável em Angola pela gestão de fundos de pensões e de investimento e tem agora como acionista principal (62%) o Banco Económico e a GNB Gestão de Ativos (35%), uma das maiores sociedades gestoras de fundos de investimento portuguesas, estando o restante capital disperso por pequenos acionistas. Antes do colapso do BES em Portugal, a BESAACTIF era detida a 62% pelo BESA, e 35% do cap​ital social pertencia à Espírito Santo Participações Internacionais (ESAF).

 

Intervencionado a 04 de agosto de 2014, devido ao crédito malparado em Angola, estimado em mais de três mil milhões de euros, o BESA foi transformado, por decisão dos novos acionistas e conforme exigência do banco central angolano, em Banco Económico, a 29 de outubro de 2014, avançando também um aumento de capital. A operação foi então contestada pela administração do BES, mas em junho de 2015 avançou a fase final, com a introdução da nova imagem corporativa, que passou a ser controlado maioritariamente, em 39,4%, pelo grupo petrolífero estatal Sonangol.

 

O BES, que tinha o controlo maioritário do banco (55%) desapareceu da estrutura acionista, vendo a participação diluída no aumento de capital, o mesmo acontecendo com a sociedade Portmill, que perdeu a quota de 24%. Já o Novo Banco, a instituição que ficou a operar com os ativos 'bons' do BES, ficou, entre outras mais-valias potenciais, com uma participação de 9,72%, por conversão de 53,2 milhões de euros do anterior empréstimo do BES, no valor de 3,300 mil milhões de euros à data da intervenção estatal.​


 

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